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Portugal é muito conhecido pela sua comida absolutamente deliciosa, temos uma cultura muito ligada a uma mesa rodeada de amigos, mas depois de um belo prato segue a doçaria portuguesa.

De norte a sul do País, e também nas ilhas, são vários os doces tradicionais que nos fazem salivar.

Fizemos uma seleção cheia de açúcar e muitas calorias. Mas dias não são dias e, quando ingerido controladamente, há espaço para tudo. Esta lista representa várias regiões do nosso país.

Pão de Ló de Alfeizerão

O pão de ló é um bolo húmido feito com ovos, farinha e açúcar. Os portugueses simplesmente adoram este bolo, mas é mais tradicional na Páscoa e no Natal. É consumido como sobremesa, lanche, ou com café e chá. O que muitos Portugueses não sabem é que o pão de ló teve início no século XVIII e era conhecido como pão de Castela. Quando os portugueses viajaram ao Japão, uma das influências que deixaram na cozinha Japonesa foi exatamente o pan de castella (pão de Castela) que inspirou a criação do famoso bolo Japonês Kasutera. O Pão de ló de Alfeizerão é ainda mais húmido que o Pão de ló “normal” e é feito com bastantes mais gemas de ovo, nomeadamente com 18 gemas, mais 6 ovos inteiros. Isto faz com que o produto final seja extremamente húmido, sendo o interior praticamente líquido. É divinal! Onde provar? Casa do Pão de Ló-Alfeizerão

Ovos Moles (Aveiro)

Este doce típico, tradicional de Aveiro, é nada mais do que uma simples massa composta por gema de ovo, açúcar e água, envolvida por uma película que se assemelha a hóstia. O seu formato é inspirado, geralmente, em temas marinhos, como animais e conchas. O mais interessante dos Ovos Moles de Aveiro é que só podem ser produzidos lá e tem uma legislação própria para evitar que a receita original seja perdida ao longo da história. Onde provar? Oficina do Doce

Pastel de Tentúgal (Coimbra)

A receita do sucesso é a seguinte: massa muito crocante com muito recheio de doce de ovos. De comer e chorar por mais. O Pastel de Tentúgal tem o selo de Indicação Geográfica Protegida (IGP), e só pode ser produzido nas vilas de Tentúgal e Montemor-o-Velho, nos arredores de Coimbra. Vamos todos parar em Coimbra? Onde provar? Pastelaria Briosa

Bolo de Mel da Madeira

O Bolo de Mel da Madeira é um bolo que não leva ovos e utiliza especiarias que não são típicas da cozinha portuguesa, à exceção da canela. É um doce tradicional da Madeira e muito difícil de encontrar no resto de Portugal. Este bolo é feito com mel de cana de açúcar, noz, amêndoa, passas, canela, cravinho, estrela de anis e vinho da madeira. Onde provar? Açúcar e Mel, Funchal

Torta de Azeitão

Azeitão é uma freguesia de Setúbal conhecida principalmente pelas suas vinhas. Se passarem por aqui não podem perder a Torta de Azeitão. Como a maioria dos doces típicos portugueses, o ovo também é a estrela desta receita. Mas com canela que lhe dá um toque especial. Onde provar? Pastelaria Regional Cego

Bola de Berlim

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Ótimo para acompanhar com um café, este bolinho redondo, doce e açucarado é recheado com creme de ovos. A Bola de Berlim tem origem na Alemanha e chegou a Portugal durante a 2ª Guerra Mundial. Algumas das famílias que fugiam da guerra trouxeram a receita do bolinho, que na Alemanha é chamado de “Berlinesa”. Onde provar? A Padaria Portuguesa

Pastel de Feijão (Torres Vedras)

O pastel de feijão é um doce típico de Portugal, confecionado em Torres Vedras desde os finais do século XIX. Embora a receita varie um pouco consoante o fabricante, tem como ingredientes base a amêndoa e o feijão branco cozido. D. Joaquina Rodrigues, habitante de Torres Vedras no final do século XIX, é a autora original desta receita, que confecionava apenas para pessoas dentro do seu círculo privado. O modo de confeção é posteriormente passado a conhecidos e familiares que, rapidamente, alcança o sucesso além das fronteiras da vila. Onde provar? Fábrica Corôa

Brigadeiro

O brigadeiro não é originalmente português. Vem do Rio de Janeiro – Brasil – e foi criado durante a campanha do candidato Brigadeiro Eduardo Gomes. Foi chamada de Brigadeiro em sua honra e era oferecido durante a campanha. Eduardo Gomes não foi eleito mas o seu doce claramente ganhou o coração dos brasileiros e depois dos portugueses. O Brigadeiro é feito com leite condensado, cacau em pó e manteiga, e depois é coberto com pepitas de chocolate. Onde provar? Brigadão – Porto

Cavacas das Caldas

As cavacas são um doce seco feito com farinha, ovo, brandy, azeite e açúcar e cobertos com uma pasta de claras e açúcar. Apesar de muito secos (e por isso muito duradouros) são bons para se comer com chá ou café. As Cavacas da Caldas são muito conhecidas. Parecem-se com biscoitos de farinha, ovo e açúcar, e cobertas com uma pasta de claras e ovos. Onde provar? O Tacho

Cornucópia

A pastelaria Alcôa, em Alcobaça, com mais de 50 anos de tradição, é a responsável pelas melhores Cornucópias. De origem conventual, são em formato de cone açucarado crocante e recheado de doce de ovos. Se passarem por Alcobaça não se esqueçam de as provar! A Ilha Terceira, nos Açores, também tem uma Cornucópia deliciosa! Onde provar?  Pastelaria Alcôa

Brisas do Lis (Leiria)

O Lis é o rio que banha Leiria. Esta é uma cidade associada à história do Rei D. Dinis.  A origem das Brisas do Lis vem do século XVII e a sua receita advém de doceiras que receberam a informação de doceiras mais velhas. Esta receita é feita de segredo e de amêndoa. Onde provar? Pastelaria Brisanorte

Pasteis de Belém

Tal delícia acontece a partir da famosa receita produzida pela Pastelaria de Belém, a partir da criação original de um pasteleiro do Mosteiro dos Jerónimos. É somente aqui, na antiga confeitaria de Belém, fundada em 1837, que ele pode levar esse nome. Nos outros locais são mesmo os pastéis de nata. Ninguém consegue passar em Belém sem provar um pastel de belém. Onde provar? Pastéis de Belém (antiga Pastelaria de Belém) De certo que já conhece muito destes doces e até já os provou. Se os nomes apenas lhe soam familiares, saiba que tem mesmo de os experimentar. Portugal tem dezenas de iguarias doces que são verdadeiros tesouros nacionais.

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